sábado, 5 de setembro de 2009

Paixão de gente

Pernas quentes.
Sangue ardente.
Formigamento insessantimente.

Essa é minha paixão de gente.
Brilho de diamante.
Em olhos alucinantes.

Minha cabeça vira turbilhão,
Me deixa assim essa paixão.
Sinto o sal escorrendo
Sobre meu rosto.
Ele esfria com o vento.

Em minha boca sinto.
Em meu nariz decifro.

Meu rosto caido.
Meu peito sente voçê.
Como se algo o precionasse.

Entro em desespero.
Não mais sei o que penso.

Respeito nossos sentimentos.
Quentes são os seus movimentos.

Seu olhar me penetra.
Meigo o seu geito me revela.
O que ossos e revestimentos espera.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Viemos do sangue.
Primeiro choro no cheiro forte.
Sem roupa vivemos.

Nos escondemos,
Do que todos tem até a morte.
Fedidos e nojentos.

Meninos do mundo de invento.
Cheirinho de conforte.
Macio e viril.
Me acompanha na cama.
Quando estou cansado me estranha.

Em oito horas.
Pesadelos, sonhos.
Amanhece,
e se perde em cobertas.
Esperando a noite do seu dono.
E que tenha novas descobertas.
Pra que falar de flor?
Não quero.
Não posso.
Não tenho o que falar.

Me diz voçê o que pensa disso.
Ou voçê é submisso?
Eu não sou então digo:
Flor cresce e apodrece.
Encanta e desencanta.

Nos deixa alucinado.
E mata.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

PINGA

Pinga gota
Gota pinga
Pinga um pingo
Um pingo pinga
Pinga na telha
Na telha pinga
Só não pinga
No pinto que pia.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009


Conto um conto,
Você põem um ponto.

Canto música,
Você rabisca vírgula.

Estrear uma peça,
Você escreve aspas.

Pé a pé no trilho da vida,
Não acredito atropelada por um trem.